EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
DOSSIÊ DE INCLUSÃO

UNIDADE 1: RETROSPECTIVA HISTÓRICA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO ESPECIAL E/OU INCLUSÃO:
Nunca trabalhei com alunos que necessitassem de educação especial ou de inclusão. Este ano trabalho na Educação Infantil com uma turma de Berçário 1 (0 à 1 ano) e tenho um bebê que e chama a atenção por seu desenvolvimento. Notei que seu desenvolvimento está atrasado em relação aos colegas e então intensifiuei meus estudos sobre desenvolvimento de bebês e pude apartir daí, afirmar com certeza que ele estava realmente atrasado em seu desenvolvimento.
Ele iniciou o ano letivo (fevereiro) com 9 meses e ainda necessitava de apoio para sentar, não engatinhava, ficava em pé sustentado por pouco tempo e quando o chaava pelo nome precisava chamar mais de 2 vezes, pois ele demorava a atender. Observei outros detalhes que também me chamaram a atenção: quando falava com ele, não me olhava nos olhos e demorava para identiicar de onde vinham os sons.
Conversei com a diretora da escola e então ea começou a observá-lo também e achou melhor conversarmos com a mamãe dele. Durante a entrevista toqui no assunto do seu desenvolvimento e ela me respondeu que era preguiça. Insistindo um pouco mais, a mãe me contou que a pediatra já havia notado o atraso em seu desenvolvimento e lhe passado alguns execícios de estimulação. Propus a mamãe que me passasse esses exercícios para podermos ajudá-los também na escola. E assim estou fazendo: criei uma rotina para este bebê um pouquinho dierenciada, pis trabalho com ele mais os aspectos psicomotores e físicos. Também comecei a reallizar atividade de relaxamento e estou obtendo bons resultados. Desde que iniciei este trabalho mais individualizado, ele já conquistou avanços significativos: já balbucia palavras e grita, consegue manter-se sentado sem apoio por pouco tempo, já segura sua mamadeira, esforça-se para tentar alcançar um objeto que está perto de si...
Sei que este bebê não apresenta necessidades especiais de educação, mas me preocupo com seu desenvolvimento, pois sei que quando ele for maior, se seu desenvolvimento não estiver de acordo com sua idade, ele poderá ter problemas e dificuldades na aprendizagem e talvez necessitar de educação especial.
UNIDADE 2: POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:
CONHECENDO MINHA ESCOLA:
Trabalho na EMEI Mundo da Criança, localizada na Avenida Sete de Setembro, 409 no centro de Estância Velha. A escola possui 92 alunos, 6 professoras, 4 auxilliares, 4 CIEE's, 1 bibliotecária, 2 cozinheiras, 2 faxineiras e 1 diretora.
A escola atua em duas etapas de escolarização:
- Creche: de zero à três anos (Berçário 1, Berçário 2 e Maternal);
- Pré - escola: de três à seis anos (Pré Nível 1, Pré Nível 2 e Pré Nível 3).
Em nossa escola há apenas uma aluna que necessita de Educação especial, ela apresenta Síndrome de Down e ela está na turma do Pré Nível 3, com 6 anos de idade. A turma onde esta menina está possui a professora e uma auxiliar que tem a função de ajudá-la na rotina diária da escola. Esta menina também frequenta a APAE do município quinzenalmente, onde uma fonoaudióloga faz o acompanhamento de seu desenvolvimento pessoal e escolar. Mensalmente as professoras responsáveis pela menina têm reunião na APAE, onde recebem orientações e esclarecem dúvidas sobre seu trabalho. Esta menina tem um bom desenvolvimento e relacionamento com colegas, professoras e funcionárias, participa da rotina diária da turma, mas noto que não interage nem se interessa pelas atividades dirigidas realizadas na sala de aula. Gosta apenas de brincar livremente e na pracinha. Noto que suas professoras não a estimulam na parte pedagógica, deixando-a de lado nas atividades que ela não quer realizar. Apresenta dificuldades em se expressar oralmente e é difícil compreender o que ela fala. Suas professoras a compreendem com mais facilidade, pois estão mais próximas a ela. Na sua turma há uma relação de cumplicidade entre os colegas, que a aceitam como ela é e a ajudam em tudo o que ela precisa: ir ao banheiro, buscar materiais, ajuda nas realização das atividades...
No município não há leis criadas que envolvem a Educação Especial, apenas há a que já conhecemos (Constituíção Federal, LDB, Resolução CNE/CEB nº 02/01), entretanto cada escola faz menção à Educação Especial em seu Projeto Político Pedagógico (PPP). Na escola onde trabalho o PPP contempla a Educação Especial e destaca algumas idéias:
Educação é um processo permanente de rever, refletir, comparar, acompanhar, estimular, auxiliar, questionar e refazer atitudes e valores. Cuidar é um processo natural e contínuo do nosso trabalho. Os atos de cuidar e educar são inseparáveis, sendo consideradas intervenções pedagógicas, sempre que forem realizados intencionalmente para o benefício e crescimento das crianças.
A escola está aberta, disposta e estuda as possibilidades para as tentativas de inclusão. Acreditamos que a criança que conviver com a diversidade dentro da instituição, aprenderá muito com ela. Pelo lado das crianças que apresentam necessidades especiais, o convívio com outras crianças se torna benéfico na medida em que representa uma inserção de fato no universo social e favorece o desenvolvimento e a aprendizagem, permitindo a formação de vínculos estimuladores, o confronto com a diferença e o trabalho com a dificuldade. Para que o processo de integração das crianças portadoras de necessidades educacionais especiais possa acontecer de fato, há que se envolver toda a comunidade, de forma que o trabalho desenvolvido tenha sustentação, por outros profissionais qualificados para atender as diferentes necessidades, além do pedagógico atendido pela escola.
UNIDADE 3: SERVIÇOS DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO :
PARTE A: A partir da pesquisa iniciada sobre a Educação Especial em seu município, descreva quais serviços especializados existem no mesmo e quantos alunos são atendidos por estes serviços.
No município de Estância Velha as crianças que necessitam de serviços especializados não os encontram, pois o município não oferece, mas são encaminhadas à APAE e lá recebem atendimento clínico. Ao todo são atendidas 300 crianças por mês, sendo que as consultas são semanais e duram 30 minutos. O tratamento dura 6 meses e ao término deste período, se não tiver recebido alta, vai para o final da fila de espera para ser novamente chamado. Exceto os casos amsi graves que recebem acompanhamento continuamente.
Entrevistei alguns profissionais e recebi as seguintes informações sobre os atendimentos:
PEDAGOGO E PSICOPEDAGOGA: Trabalham em conjunto, prevenindo, diagnósticando e tratando dos problemas de aprendizagem escolar. Trabalham com as dificuldades de aprendizagem dos alunos proporcionando acompanhamento individual e coletivo, dependendo dos casos. Propõe exercícios, técnicas didáticas, auxiliam no reforço escolar, também orientam os professores auxiliando-os me seu trabalho docente. O psicopedagogo tem como função detectar a origem do problema e, baseado nela, desenvolver atividades que criem momentos propícios que estimulem a aquisição de funções cognitivas que são pré-requisitos para as aprendizagens escolares.
O trabalho do pedagogo está intimamente relacionado com o do professor, desenvolvendo e aplicando projetos e métodos, visando o desenvolvimento do processo de aprendizagem, assim como, identificando as dificuldades dos indivíduos, desenvolvendo práticas e didáticas pedagógicas, sempre mantendo um nível elevado de conteúdo educacional.
Trabalham em conjunto com os profissionais da Psiquiatria nos casos em que há necessidade, mas o atendimento é feito nos postos de saúde do município.
FISIOTERAPEUTA: Realizam atividades que promovem a saúde, prevenindo doenças, dores e possíveis deficiências. Também realizam atividades de estimulação precoce em bebês e em crianças com atraso em seu desenvolvimento. As fisioterapeutas fazem um trabalho integrado com as profissioanis que trabalham com Educação Física, Dança e Capoeira.
FONOAUDIÓLOGA: Em seu trabalho realizam atividades que previne, avalia, diagnostica e trata os problemas da comunicação e das funções orais. O serviço de fonoaudiologia é o mais procurado, está com todas as vagas lotadas e só se consegue encaixar uma nova criança se há a desistência ou alta de algum paciente.
PROJETOS DE ALFABETIZAÇÃO: Realiza trabalhos juntamente com a psicopedagoga atuando nos casos de reforço escolar e atividades lúdicas.
EQUOTERAPIA: É um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais. No momento as atividades não estão sendo desenvolvidas devido à falta de profissionais e de um novo local para as atividades.
PARTE B: Estudo de caso:
Para realizar o estudo de caso escolhi uma menina de 6 anos de idade, portadora de Síndrome de Down, que estuda na EMEI onde trabalho na turma de pré-escola nível 3. Escolhi esta aluna porque ainda não tive oportunidade de me aproximar dela, conhecê-la melhor e gostaria muito de cnseguir me aproximar dela pois este é o último ano dela na nossa escola.
UNIDADE 4: DEFICIÊNCIA FÍSICA:
ESTUDO DE CASO:
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO:
A menina se chama Manuela, tem 6 anos de idade, mora em Estância Velha com a mãe e mais duas irmãs mais velhas (18 e 20 anos de idade). Seus pais são separados e a menina não possui contato com o pai, que por sinal não é o mesmo pai das suas irmãs. Sua mãe possui 43 anos e trabalha numa fábrica de calçados como costureira, recebendo aproximadamente dois salários mínimos por mês, também recebe pensão do pai de Manuela. As filhas maiores não trabalham, portanto a mãe é a única fonte de renda da família.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O CASO:
Manuela frequenta a APAE desde 2007, onde faz acompanhamento semanal com uma psicóloga e uma fonoaudióloga. Suas professoras (1 auxiliar) têm reunião quinzenais na APAE, onde podem esclarecer dúvidas e recebem orientações de como estimular e conseguir maiores progressos com Manuela.
Estuda na EMEI Mundo da Criança, na turma de Pré Nível 3, tem 19 colegas, 1 professora e 1 auxiliar que atende Manuela individualmente. Na escola Manuela se mostra independente, conhecendo a rotina diária e participando das atividades propostas. Nota-se grande dificuldade de compreender a fala de Manuela, que ainda se expressa com balbucios e não consegue pronunciar frases completas. Acredito que o fato de Manuela estar frequentando a escola desde o Berçário e ter sido promovida todos os anos, tenha dificultado suas aprendizagens, pois ela não consegue acompanhar a parte pedagógica das aulas, apenas participa das atividades, sem compreender e alcançar os objetivos propostos pela professora nas atividades. Manuela gosta de brincar na pracinha, realizar as atividades de Educação Física e de brincar com brinquedos variados na sala de aula. Nas atividades de pintar, recortar, colar Manuela apresenta grande dificuldade, sendo que em muitas vezes seus coleguinhas acabam realizando a atividade por ela. Manuela já demonstrou grandes avanços em sua alimentação e higiene pessoal, sendo que já vai ao banheiro e escova seus dentes sozinha, consegue almoçar utilizando garfo e faca, como seus colegas e já aceita todos os tipos de alimentos oferecidos pela escola.
Manuela foi encaminhada para a APAE pela escola que frequenta através de um diagnóstico feito pela professora do ano de 2007 juntamente com a direção da escola e lá recebe atendimento semanal de uma psicóloga e uma fonoaudióloga. Avaliações e diagnósticos feitos por médicos Manuela não possui, sendo que não há registros deles na sua escola.
Solicitei às profissionais que atendem Manuela na APAE que me enviassemum relatório descrevendo o atendimento que é oferecido e como é a participação e envolvimento de Manuela nas atividades propostas pelas profissionais. Mas até o presente momento não tive acesso à esse relatório.
Manuela se relaciona bem com todos na escola, não é agressiva, bem pelo contrário, é bastante carinhosa com seus colegas e com as professoras. Com os demais funcionários da escola se mostra bastante amigável, sempre sorri e cumprimenta com beijos e abraços. Como já citei anteriormente, Manuela gosta de atividades que sejam desenvolvidas em ambientes livres e nas atividades que desenvolvem a coordenação motora fina ela apresenta bastante dificuldades, sendo que muitas vezes os colegas, querendo ajudá-la, acabam realizando a atividade por ela. Durante as observações que fiz, a professora não se importa muito com esse fato e quando a questionei sobre os alunos fazerem as atividades por ela a professora repsondeu que não faz mal, que é normal, já que a Manuela tem algumas dificuldades, esse tipo de comportamento acaba surgindo na sala de aula. As aprendizagens de Manuela são conquistadas de maneira ais lenta de que seus colegas, pois ela apresenta dificuldades de acompanhar as atividades realizadas pela turma (recorte, colagens, pintura...), sendo que na parte física Manuela consegue atingir os objetivos propostos pela professora, conseguindo acompanhar sua turma.
A família de Manuela, ou melhor, a mãe não se faz muito presente no processo de inclusão escolar. Se mostra preocupada com o comportamneto da filha, sua alimentação, mas não questiona a professora sobre o aspecto pedagógico e o desenvolvimento de Manuela. Acredito que esse tipo de comportamento se dá pelo fato da mãe não saber realmente as potencialidades da filha, de não estudar sobre a Síndrome de Down, de não saber como auxiliá-la em seu desenvolvimento e para mudar essa situação acredito que a escola deva proporcionar mais momentos de integração com a família de Manuela e também incentivá-la a participar mais, de se envolver mais nas atividades realizadas na Apae para que possa conhecer melhor sua filha e ajudar em seu desenvolvimento.
Já a escola não promoveu nenhuma adaptação curricular em função da inclusão e infelizmente não oferece nenhum serviço de apoio à Manuela e sua família. Na verdade, em minha opinião, a escola não vê Manuela como uma inclusão, a vê como uma aluna comum. E esse pensamento se justifica com o fato de a única avaliação que Manuela possui são os pareceres descritivos realizados semestralmente, como todos os outros alunos da escola.
AVALIAÇÃO DO CASO:
Acompanhando Manuela neste semestre através de observações semanais pude perceber que por ela ter Síndrome de Down seus colegas a tratam de maneira especial: são carinhosos e atenciosos com ela, sempre dispostos a ajudá-la a todo instante. Conversei bastante com a professora de Manuela e ela me colocou que na sala de aula o educador precisa perceber seus alunos individualmente para que possa trabalhar a singularidade de cada um e assim proporcionar a inclusão de todos. Admitiu não estar preparada para trabalhar com inclusão, pois não tem nenhum respaldo na faculdade, nem da escola que a oriente. Disse que a inclusão aproxima as pessoas interagindo na troca de olhares, afeto e percepções a respeito de nós mesmos, dos outros e da relação que pode surgir desse encontro. Notei que a professora de Manuela quer fazer muitas coisas, mas está perdida, não sabe por onde começar e também recebe pouca ajuda e orientação. Dessa maneira Manuela está se desenvolvendo, mas poderia ser melhor estimulada e receber um atendimento de melhor qualidade se houvesse um movimento de inclusão na escola, onde todos trabalhassem juntos, unindo escola, família e sociedade.
Depois de um semestre de leituras e aprendizagens posso dizer que a escola, depois da família e um espaço importante para o processo de socialização da criança. A atual política educacional brasileira inclui em suas metas a inclusão na escola regular de crianças portadoras de deficiência ou déficit de aprendizagem. A inclusão pode ser vista como um processo de 3 níveis. O primeiro é a presença o que signiifca estar na escola, mas sei que não é suficiente o aluno de inclusão frequentar a escola, ele precisa participar. Assim o segundo nível é a participação, pois o aluno pode estar presente, mas não necessiariamente participa das atividades escolares. O terceiro nível é a aquisição de conhecimentos, sendo assim, a inclusão significa que o aluno vá para a escola e realize atiivdades que desenvolvam o seu potencial.
A inclusão traz consigo a exigência de repensar a prática pedagógica do professor, bem como surpreende a escola e a faz refletir sobre os fundamentos desta nova concepção e sobre a sua tarefa de convivência com esse sujeito. No texto Diversidade e Currículo, Lenise Caçula Pistóia afirma que "A direção assumida propõe uma escola de qualidade para todos os alunos. As mudanças educacionais exigem que se repense a prática pedgógica tendo como eixos a ética, a justiça e os direitos humanos. Para ensinar a turma toda, parte-se da certeza que as crianças sabem alguma coisa, de que todoe ducando pode aprender, mas no tempo e do jeito que lhe são próprios."
Inclusão é um assunto que ainda gera muitas discussões e estudos. Este estudo de caso reflete a realidade de que a inclusão está no papel, mas aindanão é a realidade da escola onde estuda Manuela e de muitas outras mais. Vejo o despreparo dos professores e que o que diz a lei e o que estudamos neste semestre não fazem parte da realidade das escolas.
Referências Bibliográficas:
PISTÓIA, Lenise Caçula. Diversidade e currículo, 2007.
Comments (5)
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 8:24 pm on Apr 8, 2009
Olá, Fernanda, seria bom pedir para a mãe fazer uma consulta para ter um diagnostico mais precisso do menino. Nunca soube de nenhum caso de inclusão na tua escola ou outra, de alguma colega, professora, de um parente, amigo, vizinho?. A atividade pedia um relato de inclusão, não necessariamente de tua sala de aula.
Abraços
Maria del Carmen
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 9:20 pm on Apr 20, 2009
òtimo, Fernanda, vou aguardar o termino de tua atividade
Abraços
Maria del Carmen
liliana said
at 8:27 pm on Apr 22, 2009
Oi Fer
podias contar mais sobre a aluna com sindrome de down para completar a unidade 1 e desta forma podes já ir preparando-te para desenvolver teu estudo de caso, que achas?
sobre o desenvolvimento do bebê que bibliografia estas lendo a respeito?
[]s
lili
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 8:24 pm on May 30, 2009
Olá, Fernanda, falas que "Manuela" tem dificuldade de acompanhar a parte pedagógica, poderias nos explicar melhor?, que tipo de atividades ela realiza?
Abraços
Maria del Carmen
liliana said
at 9:40 pm on Jun 24, 2009
Fernanda
nao recebestes o relatorio? chegastes a visitar a aluna em sala de aula? conseguistes observar? estamos aguardando o resto do teu relato
abraços
liliana
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